Sei quem sou.
Sei que semeamos sentimentos.
Sei que sentimos saudades de quem se vai.
Não sei se sonhamos sempre em sermos simplesmente seres melhores.
Mas sei que se nossos sonhos se realizassem, seriamos certamente mais satisfeitos com a vida que segue.
Sei que nossa sina é seguir a vida.
Sei ainda que o sabor salgado do nosso suor não vem do sal, mas do sacrifício consumado sem cerimônia por quem sabe o que quer ser.
Sei que sábio é quem diz não saber.
E sei que nada saudável é o fingir ser.
A simulação satura e é descoberta por si só.
Ignorando os sonhos, a saudade o sacrifício e o suor.
São todos sentimentos e saberes de lugares por onde passamos, ou passaremos.
Sinto que sei apenas o que posso saber.
Não sou sábio, porém eu sei.
Apenas sei.
11 de Abril de 2012
de passagem

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